Casa do Cabeça

sexta-feira, outubro 17, 2003

Leiam para vosso interesse!!! :P

Vivo com uma gaúcha há algum tempo, somos jovens, bonitos e tarados. A algum tempo procurávamos nossa primeira experiência à três ou à quatro, mas... Certo dia fomos a uma boate aqui de Brasília para nos divertir, assim que chegamos lá fomos demoradamente analisados por uma garota jovem de aproximadamente 20 anos, a sua insistência em nos olhar foi tamanha que a Patrícia logo comentou o fato. Neste momento brinquei que a garota devia ter se apaixonado por ela. Fomos até ao fundo da boate aonde a luminosidade era pequena e por ali ficamos dançando e nos bulinando por alguns momentos, Patrícia alisava o meu cacete que de imediato ficou rígido como uma tora. Eu respondia com carícias em sua xota e bundinha e assim as coisas caminhavam. Após alguns instantes nos deparamos com aquele olhar que havia nos fitado na hora em que entramos na boate, só que desta vez pudemos apreciar todo o corpo daquela gata que nos encarava. Era uma morena de cabelos negros, usava um vestido vermelho híper curto, onde deixava transparecer os seus seios pequenos em forma de maçã, tinha uma cinturinha fina, uma bundinha arredondada e bastante empinada, moldando o minúsculo vestido com suas curvas, descendo um pouco mais me deparei com aquelas coxas roliças e com um pezinho maravilhosamente esculpido. A garota se aproximou dançando e como estava continuou, não trocou nenhuma palavra conosco mas se manteve próxima dançando a nossa volta. A Patrícia ficou meio incomodada mas resolveu ficar no local e ver no que dava aquela história. Ficamos na boate até umas 3 horas da manhã e nossa "amiga" não trocou nem uma palavra conosco e até que tentamos algumas aproximações não bem sucedidas. Desistimos de saber o que nossa "amiga" queria nos rodeando. Saímos dalí e fomos para um restaurante tradicional da cidade que fica aberto até de manhã. Nos sentamos em uma mesa no final do restaurante próximo a entrada dos banheiros. Alí pedimos uma cerveja e começamos a nos beijar e a trocar carícias, em pouco tempo já estavamos excitados. Tamanha foi a nossa surpresa ao ver que um grupo de jovens adentravam ao local e dentre elas estava a nossa "amiga", realmente maravilhosa dentro do seu vermelhíssimo vestido. Não nos incomodamos com sua presença e continuamos nos acariciando, ela estava sentada de frente para a nossa mesa e não tirava os olhos de nós, isso nos excitou ainda mais e começamos a ousar. A Patrícia tirou o meu mastro grande, grosso e de cabeça avermelhada da calça e começou a punhetá-lo num movimento contínuo e cadenciado, a nossa frente um olhar curioso via tudo. Coloquei minha mão embaixo do vestido da minha gata e passei a acariciar a sua xota que de tão molhada, deixava aquele líquido lubrificante escorrer por entre suas coxas. Como não nos aguentavamos mais, levantamos e fomos ao banheiro, como o restaurante estava meio vazio resolvemos arriscar pois adoramos trepar em locais públicos. Entramos no banheiro feminino, com lotação para um usuário por vez, e começamos a nossa sacanagem particular. A Patrícia tirou o meu cacete da calça e o abocanhou tentando consumi-lô por inteiro enquanto eu tirava a sua blusinha deixando pular os seus pequenos e excitados seios para fora. Neste exato momento a porta foi forçada e em seguida aberta (a tranca não era muito segura) sem termos tempo de nada nossa "amiga" adentrou e sem balbuciar nada, trancou a porta de forma firme e se aproximou de nós, me olhou fixamente e me beijou de forma suave e gostosa, Patrícia não esboçou reação e nem eu, é claro. Me deixei levar pela situação inexperada, Patrícia continuou a chupar o meu cacete que agora estava mais teso ainda. Nossa "amiga" foi me beijando e descendo pelo meu corpo até encontrar o meu cacete, neste momento, as duas se olharam e se beijaram demoradamente com meu pau como testemunha, logo após passaram a chupá-lo dividindo cada pedaço do mesmo. Coloquei Patrícia de quatro sobre a louça sanitária e penetrei sua xotinha toda molhadinha, ela suspirava enquanto abocanhava os seios de nossa "amiga", em algumas estocadas gozamos juntos, com aquele jato de porra enchendo aquela xota gostosa, a "amiga" nos acompanhou no gozo de siririca bem batida. A convidada não se fez de rogada e assim que tirei o meu mastro ela o abocanhou e depois caiu de boca na xota da minha gata, sugando toda a porra que de lá escorria. Diante desta cena não pude deixar cair a peteca e fiquei ainda mais excitado, nossa amiga tomou o lugar de Patrícia, deixando a minha frente uma xota linda, esculpida pelos deuses, acompanhada de um cuzinho rosado e gostoso. Meti de uma estocada só em sua xota quente e húmida, de sua boca saíam granidos enquanto chupava os seios de Patrícia, não demorou para que o gozo viesse em ondas para nós dois que fomos acompanhados por Patrícia que se masturbava ao mesmo tempo em que trepávamos e tinha os seios engolidos por nossa "amiga". Paramos e nos olhamos, as duas voltaram a se acariciar e o meu pau voltou a crescer, dedilhei aqueles dois rabinhos maravilhosos que se prontificaram ficando um ao lado do outro à minha frente. Não pestanejei pincelei os dois cuzinhos com minha língua e depois que estavam lubrificados, coloquei o meu cacete na entrada do rabinho de Patrícia que não esboçou reação e nem podia pois tinha sua boca ocupada com a língua de nossa "amiga", adentrei aquele orifício apertado e quente, Patrícia rebolava, antes que pudesse pensar em gozar, tirei meu pau do rabo dela e estoquei a xotinha da "convidada", dei algumas estocadas, tirei o pau e coloquei na xotinha de Patrícia, mais algumas estocadas, novamente tirei o pau e coloquei com toda força naquele rabinho rosado que estava a minha frente, a príncipio resistência mas depois... dei várias estocadas fortes, abrindo aquele cuzinho maravilhoso, nossa "amiga" gemia e pedia mais... quando estava perto de gozar, tirei o pau e gozei sobre as duas cadelas que tinha a minha frente, elas me acompanharam... foi ótimo e muito gostoso. Ouvimos a porta ser forçada e resolvemos nos recompor, Patrícia olhou para mim e perguntamos a nossa " amiga": - Quem é você? Ela nos olhou e apenas nos respondeu: - ROBERTA. Fomos embora e nunca mais vimos a nossa querida companheira mas vamos direto a mesma boate na esperança de encontrarmos com mais uma ROBERTA.

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