Finalmente alguém abriu os olhos
Mariano Gago considerou hoje injusto que alunos com piores notas passem à frente de outros no acesso ao Ensino Superior por pertencerem a contingentes especiais. O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior prometeu rever esses regimes em seis meses.
No entanto não avançou para já com as mudanças concretas que pretende estabelecer mas fez afirmações muito críticas em relação à discriminação positiva das entradas.
"Haver estudantes que se esforçam por ter boas notas preteridos por outros pelo simples facto de pertencerem a um grupo especial, independentemente do seu sucesso escolar, que passam à frente deles, isso não pode ser aceite", disse.
O ministro considerou tratar-se de "um valor deseducativo, que é o da excepção contra a qualificação", considerou "natural" que contingentes especiais existentes sejam vistos "como uma injustiça" e comprometeu-se a "tornar pública essa situação" global.
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NM
No entanto não avançou para já com as mudanças concretas que pretende estabelecer mas fez afirmações muito críticas em relação à discriminação positiva das entradas.
"Haver estudantes que se esforçam por ter boas notas preteridos por outros pelo simples facto de pertencerem a um grupo especial, independentemente do seu sucesso escolar, que passam à frente deles, isso não pode ser aceite", disse.
O ministro considerou tratar-se de "um valor deseducativo, que é o da excepção contra a qualificação", considerou "natural" que contingentes especiais existentes sejam vistos "como uma injustiça" e comprometeu-se a "tornar pública essa situação" global.
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